Junho 09, 2017

Dia Mundial do Doador de Sangue: conheça o percurso da bolsa de sangue até o paciente

 

 

 

Vyttra Diagnósticos explica por que a coleta é segura para doador e receptor e quais são os testes realizados durante a doação.

 

No próximo dia 14 de junho será comemorado o Dia Mundial do Doador de Sangue, uma homenagem mais do que justa para alguém que faz uma doação para salvar vidas. Mas o Brasil ainda tem muito a evoluir em doações. De acordo com o Ministério da Saúde, 1,8% da população doa sangue com regularidade. O percentual fica abaixo do ideal estimado pela Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS), de 2% da população, para suprir as necessidades de sangue e outros componentes sanguíneos de um país. Segundo dados do Ministério da Saúde, em 2015 cerca de 1 milhão de voluntários doaram sangue pela primeira vez, ou seja, 38% do total das doações. Mais 1,6 milhão de pessoas, ou 62% do total, retornaram para doar.

A doação de sangue tem evoluído em função das campanhas de conscientização da população. Muitos deixam de doar por medo, mas a doação é rápida e segura em função dos avanços das tecnologias de coleta e dos testes de diagnóstico in vitro, que garantem uma transfusão segura.

O protocolo aplicado pelos bancos de sangue também é bastante definido. Antes da coleta o doador passa por uma entrevista de triagem clínica, na qual podem ser detectadas algumas condições adicionais que possam impedir sua doação. Um bom exemplo é o teste rápido de hemoglobina, feito com uma única gota de sangue.

Após a coleta, cada bolsa de sangue é testada para hepatites B e C, HIV, HTLV, Doença de Chagas e Sífilis. Além disso, é realizada a tipagem sanguínea ABO e Rh, bem como a pesquisa de anticorpos eritrocitários irregulares. Caso algum destes testes apresente resultado alterado, a bolsa de sangue será desprezada e o doador será convidado a retornar para a repetição dos exames. É importante frisar que jamais se deve fazer uma doação de sangue apenas para receber o resultado dos testes, lembrando que estes exames estão disponíveis na rede pública e particular de saúde, não apenas nos bancos de sangue.

Os testes utilizados pelos bancos de sangue evoluíram muito ao longo dos anos, sempre no sentido de garantir a segurança da doação para os envolvidos. Os kits tiveram sua sensibilidade e especificidade aumentadas, além da redução da janela imunológica, garantindo que algumas doenças possam ser detectadas em um período menor após o contágio da mesma e, com isso, aumentando a confiabilidade dos testes.

Líder brasileira na produção e comercialização de reagentes e equipamentos para o mercado de diagnósticos in vitro, a Vyttra Diagnósticos oferece em seu portfólio de produtos todos os testes necessários para a triagem de doadores de sangue pelas metodologias ELISA, Quimioluminescência, ImunoBlot e Imunofluorescência para doenças infecciosas, além dos testes de imunohematologia para determinação de grupos sanguíneos.

Para ser doador de sangue, basta ter entre 18 e 69 anos de idade e ter peso superior a 50 quilos. Pessoas entre 16 e 18 anos também podem doar, desde que autorizadas pelos pais ou responsáveis. De acordo com a diretriz do Ministério da Saúde, homens podem fazer quatro doações ao ano, com intervalos mínimos de 60 dias. Já para as mulheres recomenda-se até três doações ao ano, com intervalos de 90 dias. Além dos bancos de sangue independentes, a maior parte dos hospitais públicos e privados possui bancos de sangue próprios que estão sempre abertos a doadores.

09/06/2017

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Vyttra Diagnósticos explica por que a coleta é segura para doador e receptor e quais são os testes realizados durante a doação.

 

No próximo dia 14 de junho será comemorado o Dia Mundial do Doador de Sangue, uma homenagem mais do que justa para alguém que faz uma doação para salvar vidas. Mas o Brasil ainda tem muito a evoluir em doações. De acordo com o Ministério da Saúde, 1,8% da população doa sangue com regularidade. O percentual fica abaixo do ideal estimado pela Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS), de 2% da população, para suprir as necessidades de sangue e outros componentes sanguíneos de um país. Segundo dados do Ministério da Saúde, em 2015 cerca de 1 milhão de voluntários doaram sangue pela primeira vez, ou seja, 38% do total das doações. Mais 1,6 milhão de pessoas, ou 62% do total, retornaram para doar.

A doação de sangue tem evoluído em função das campanhas de conscientização da população. Muitos deixam de doar por medo, mas a doação é rápida e segura em função dos avanços das tecnologias de coleta e dos testes de diagnóstico in vitro, que garantem uma transfusão segura.

O protocolo aplicado pelos bancos de sangue também é bastante definido. Antes da coleta o doador passa por uma entrevista de triagem clínica, na qual podem ser detectadas algumas condições adicionais que possam impedir sua doação. Um bom exemplo é o teste rápido de hemoglobina, feito com uma única gota de sangue.

Após a coleta, cada bolsa de sangue é testada para hepatites B e C, HIV, HTLV, Doença de Chagas e Sífilis. Além disso, é realizada a tipagem sanguínea ABO e Rh, bem como a pesquisa de anticorpos eritrocitários irregulares. Caso algum destes testes apresente resultado alterado, a bolsa de sangue será desprezada e o doador será convidado a retornar para a repetição dos exames. É importante frisar que jamais se deve fazer uma doação de sangue apenas para receber o resultado dos testes, lembrando que estes exames estão disponíveis na rede pública e particular de saúde, não apenas nos bancos de sangue.

Os testes utilizados pelos bancos de sangue evoluíram muito ao longo dos anos, sempre no sentido de garantir a segurança da doação para os envolvidos. Os kits tiveram sua sensibilidade e especificidade aumentadas, além da redução da janela imunológica, garantindo que algumas doenças possam ser detectadas em um período menor após o contágio da mesma e, com isso, aumentando a confiabilidade dos testes.

Líder brasileira na produção e comercialização de reagentes e equipamentos para o mercado de diagnósticos in vitro, a Vyttra Diagnósticos oferece em seu portfólio de produtos todos os testes necessários para a triagem de doadores de sangue pelas metodologias ELISA, Quimioluminescência, ImunoBlot e Imunofluorescência para doenças infecciosas, além dos testes de imunohematologia para determinação de grupos sanguíneos.

Para ser doador de sangue, basta ter entre 18 e 69 anos de idade e ter peso superior a 50 quilos. Pessoas entre 16 e 18 anos também podem doar, desde que autorizadas pelos pais ou responsáveis. De acordo com a diretriz do Ministério da Saúde, homens podem fazer quatro doações ao ano, com intervalos mínimos de 60 dias. Já para as mulheres recomenda-se até três doações ao ano, com intervalos de 90 dias. Além dos bancos de sangue independentes, a maior parte dos hospitais públicos e privados possui bancos de sangue próprios que estão sempre abertos a doadores.

09/06/2017

Exames laboratoriais são fundamentais para diagnóstico precoce da Síndrome dos Ovários Policísticos

 

 

  

No conjunto de exames necessários para diagnosticar a SOP estão os testes de hormônios femininos.

 

O Dia Internacional de Luta Pela Saúde da Mulher (28 de maio) foi definido no IV Encontro Internacional Mulher e Saúde em 1984, na Holanda, durante o Tribunal Internacional de Denúncia e Violação dos Direitos Reprodutivos. A data destaca a importância das mulheres conhecerem e participarem de ações em prol da luta pela saúde feminina, como o direito a um diagnóstico rápido e de qualidade.

Os exames laboratoriais são fundamentais para o rápido diagnóstico de diversas doenças femininas, como a Síndrome dos Ovários Policísticos (SOP), causa mais frequente de infertilidade em mulheres e que atinge cerca de 10% das mulheres em idade reprodutiva.

Os sintomas mais comuns da SOP incluem ciclos menstruais irregulares, menor frequência de ovulação e dificuldade para engravidar. A Síndrome também colabora para o aparecimento de outros problemas de saúde, como doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2 e obesidade.

Apesar de não ter cura, a SOP pode ter seus sintomas controlados. Para tanto, o diagnóstico é fundamental para excluir a possibilidade de outras doenças e detectar a Síndrome precocemente.

No conjunto de exames necessários para diagnosticar a SOP estão os testes de hormônios femininos como, por exemplo, FSH, LH, Progesterona, Estradiol, Prolactina. “São testes utilizados para avaliar a fertilidade e os distúrbios hormonais, como a própria síndrome do ovário policístico”, explica Daiana Godoi, gerente de produtos da Vyttra Diagnósticos.

A paciente com suspeita de SOP faz uma bateria de exames para excluir outras causas da suspensão da ovulação e de infertilidade, além de outros distúrbios hormonais. A ultrassonografia é usada para examinar os ovários e identificar cistos. Se for confirmado o diagnóstico de síndrome do ovário policístico, então são realizados outros exames, como perfil lipídico e glicemia, para avaliar possíveis complicações, como diabetes e doença cardiovascular.

Entre os exames laboratoriais que podem ser feitos para diagnosticar o SOP e doenças decorrentes da Síndrome estão inclusos testes como: FSH, LH, Testosterona, Androstenediona, 17-OHP, HGH, DHEA-S, entre outros.

26/05/2017

Diagnóstico precoce de hemofilia é fundamental para evitar complicações

 

 

 

Analisadores de coagulação aperfeiçoam carga de trabalho na execução de perfis de exames laboratoriais em menor tempo possível e garantem a máxima precisão nos resultados.

O Dia Mundial da Hemofilia (17 de abril) foi criado em 1989 para celebrar o nascimento do fundador da Federação Mundial de Hemofilia, Frank Schnabel. Nascido em 1926 e portador de hemofilia A grave, Schnabel dedicou sua vida para melhorar a qualidade de vida dos hemofílicos por meio do incentivo ao desenvolvimento científico.

As hemofilias são doenças hemorrágicas resultantes da deficiência de fatores da coagulação. O Brasil tem a terceira maior população mundial de pacientes, com 12 mil brasileiros portadores de hemofilia - cerca de dez mil do tipo A e dois mil do tipo B. De acordo com o Ministério da Saúde, aproximadamente 70 novos casos de hemofilia grave são registrados por ano no Brasil. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a hemofilia A é o tipo mais comum da doença, representando de 85% a 90% dos casos mundiais.

Diagnosticar precocemente a doença é fundamental para evitar suas complicações, pois sem a reposição do fator deficiente, as crianças estarão sujeitas a complicações que poderão evoluir para sequelas graves e até mesmo óbito.

“Um exame de tempo de tromboplastina parcial ativada (ou TTPA) prolongado com tempo de protrombina (ou TP) e tempo de coagulação normal deve ser investigado”, destaca Monalisa Ramos, gerente de produtos da Vyttra Diagnóstico. Ela explica que os analisadores de coagulação Q Next e Q Smart foram projetados para realizar automaticamente todas as etapas dos exames de hemostasia. “A solução otimiza a carga de trabalho envolvida na execução de perfis de exames laboratoriais em menor tempo possível e garante a máxima precisão nos resultados”, finaliza.

Os analisadores de coagulação Q Smart e Q Next, da Grifols, distribuídos com exclusividade no Brasil pela Vyttra Diagnósticos, são precisos tanto para exames de rotina de coagulação como para a determinação de atividades de fatores e provas especiais por meio de métodos coagulométrico, cromogênico e imunoturbidimétrico.

18/04/2017

Automação torna teste de tuberculose mais seguro

 

Novo equipamento torna teste mais eficiente e sem riscos para operador e meio ambiente


O Dia Mundial de Combate à Tuberculose foi criado em 1982 pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em homenagem aos 100 anos do descobrimento do bacilo da doença pelo médico Robert Koch em 24 de março de 1882. Embora a tuberculose pareça uma doença de antigamente, a realidade é bem diferente. Anualmente são notificados cerca de 6 milhões de novos casos em todo o mundo, levando mais de um milhão de pessoas a óbito.

O surgimento do vírus HIV e o aparecimento de focos de tuberculose resistente aos medicamentos agravam ainda mais esse cenário. No Brasil, a tuberculose é sério problema da saúde pública, com profundas raízes sociais. A cada ano, são notificados aproximadamente 65 mil casos novos e ocorrem 4,5 mil mortes em decorrência da doença. O País ocupa o 17º lugar entre os 22 países responsáveis por 80% do total de casos de tuberculose no mundo.

A tuberculose tem cura e o Sistema Único de Saúde (SUS) disponibiliza gratuitamente o tratamento. Contudo, é fundamental o diagnóstico precoce. A baciloscopia ou pesquisa de BAAR (bacilo álcool-ácido resistente) é uma metodologia utilizada para o diagnóstico laboratorial da tuberculose e acompanhamento da eficácia do tratamento, fundamentada na característica tintorial do bacilo de Koch (M. Tuberculosis) de reter o corante fucsina mesmo após descoloração com solução álcool-ácida. Os kits de coloração disponíveis no mercado brasileiro são para técnica manual e a grande maioria utiliza ainda a técnica de coloração a quente Ziehl-Neelsen.

“O grande problema é que o método Ziehl-Neelsen prevê que a coloração seja realizada de preferência dentro de uma capela de exaustão, pois há liberação de vapores tóxicos durante o aquecimento do corante fucsina. É recomendado que operadores utilizem máscaras, para evitar intoxicação”, explica Claudia Huerta, gerente de produto da linha de microbiologia da Vyttra Diagnósticos.

Para aumentar a eficiência e a produtividade do teste, bem como o tornar mais seguro para os profissionais que atuam nos laboratórios de diagnóstico in vitro e para o meio ambiente, a Vyttra Diagnósticos desenvolveu com exclusividade para coloração de lâminas de testes de tuberculose o equipamento SlideInk BK®, da marca Hemogram.

O corador SlideInk BK® é um sistema totalmente automatizado que utiliza a técnica de coloração a frio (Kinyoun), que exclui os riscos de toxicidade para o operador. Além de questões de biossegurança, o equipamento utiliza quantidade suficiente e padronizada de reagente para uma coloração satisfatória das lâminas, evitando o desperdício dos reagentes.

O equipamento é randômico com capacidade para 25 lâminas, podendo ser utilizadas amostras de escarro direto, escarro tratado, cultura líquida e demais fluidos corpóreos. O tempo de coloração para a primeira lâmina é de 20 minutos, com as demais lâminas em sequência, resultando em produtividade de 30 lâminas por hora. Além do equipamento, a marca Hemogram conta com um kit de corantes exclusivo.

“É um grande orgulho apresentar tecnologias que foram totalmente desenvolvidas no Brasil, pela equipe de pesquisadores da marca Hemogram. Isso vai ao encontro do propósito da Vyttra Diagnósticos de oferecer melhores resultados para os laboratórios e maior acesso do cidadão a um diagnóstico rápido e de qualidade”, finaliza Claudia Goulart, presidente da Vyttra Diagnósticos.

24/03/2017