Maio 26, 2017

Exames laboratoriais são fundamentais para diagnóstico precoce da Síndrome dos Ovários Policísticos

 

 

  

No conjunto de exames necessários para diagnosticar a SOP estão os testes de hormônios femininos.

 

O Dia Internacional de Luta Pela Saúde da Mulher (28 de maio) foi definido no IV Encontro Internacional Mulher e Saúde em 1984, na Holanda, durante o Tribunal Internacional de Denúncia e Violação dos Direitos Reprodutivos. A data destaca a importância das mulheres conhecerem e participarem de ações em prol da luta pela saúde feminina, como o direito a um diagnóstico rápido e de qualidade.

Os exames laboratoriais são fundamentais para o rápido diagnóstico de diversas doenças femininas, como a Síndrome dos Ovários Policísticos (SOP), causa mais frequente de infertilidade em mulheres e que atinge cerca de 10% das mulheres em idade reprodutiva.

Os sintomas mais comuns da SOP incluem ciclos menstruais irregulares, menor frequência de ovulação e dificuldade para engravidar. A Síndrome também colabora para o aparecimento de outros problemas de saúde, como doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2 e obesidade.

Apesar de não ter cura, a SOP pode ter seus sintomas controlados. Para tanto, o diagnóstico é fundamental para excluir a possibilidade de outras doenças e detectar a Síndrome precocemente.

No conjunto de exames necessários para diagnosticar a SOP estão os testes de hormônios femininos como, por exemplo, FSH, LH, Progesterona, Estradiol, Prolactina. “São testes utilizados para avaliar a fertilidade e os distúrbios hormonais, como a própria síndrome do ovário policístico”, explica Daiana Godoi, gerente de produtos da Vyttra Diagnósticos.

A paciente com suspeita de SOP faz uma bateria de exames para excluir outras causas da suspensão da ovulação e de infertilidade, além de outros distúrbios hormonais. A ultrassonografia é usada para examinar os ovários e identificar cistos. Se for confirmado o diagnóstico de síndrome do ovário policístico, então são realizados outros exames, como perfil lipídico e glicemia, para avaliar possíveis complicações, como diabetes e doença cardiovascular.

Entre os exames laboratoriais que podem ser feitos para diagnosticar o SOP e doenças decorrentes da Síndrome estão inclusos testes como: FSH, LH, Testosterona, Androstenediona, 17-OHP, HGH, DHEA-S, entre outros.

26/05/2017

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Vyttra diagnósticos traz ao Brasil teste inovador para detecção molecular de Dengue, Zika e Chikungunya

Líder brasileira na produção e comercialização de reagentes e equipamentos para o mercado de diagnósticos in vitro, a Vyttra Diagnósticos traz ao Brasil o analisador automático NanoCHIP 400 e seu teste inovador que permite a detecção molecular simultânea dos vírus Dengue, Zika e Chikungunya, utilizando um microarray eletrônico.

Atualmente no país, as arboviroses Dengue, Zika e Chikungunya têm sido reconhecidas pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como um problema global de saúde pública, em virtude de sua crescente dispersão territorial e necessidade de ações de prevenção e controle cada vez mais complexos (WHO, 2009). A incidência e dispersão tem se mostrado bastante alta e cada vez maior em todo território brasileiro. De acordo com dados epidemiológicos, o número de casos graves e óbitos tem sido alarmante em relação à Dengue. Além disso, as associações de infecção por Zika vírus com a síndrome de Guillain-Barré e, principalmente, com a transmissão vertical resultando em casos de microcefalia têm sido motivo de alarme nacional e internacional (BRASIL 2015, WHO 2016).

Os sintomas destas arboviroses são bastante semelhantes, o que dificulta o diagnóstico preciso dessas doenças (RODRIGUEZ-MORALES, 2015). As manifestações clínicas comumente observados são febre, artralgia, erupções cutâneas, cefaléia, dor retroorbitária, prostração, astenia e mialgia, entre outras, podendo variar em intensidade e de paciente para paciente além de muito similares entre as três infecções. (VASCONCELOS, 2015).

“Em um único teste, o uso do NanoChip® Electronic Microarray elimina a dúvida diagnóstica, pois é capaz de discriminar o RNA viral presente na amostra, sem que haja reação cruzada. Isso proporciona ao médico uma orientação de forma mais diretiva aos seus pacientes”, explica Claudia Huerta De Nardi MSc., gerente da linha de Biologia Molecular da Vyttra Diagnósticos.

O microarray eletrônico é um pequeno "chip inteligente" que permite a memória das regiões que foram utilizadas anteriormente e sua rastreabilidade é realizada por leitura de código de barras. No NanoChip® Electronic Microarray as moléculas-alvo são hibridizadas e identificadas automaticamente. Isso permite a adequação do equipamento a grandes rotinas e a confecção de painéis de diagnósticos, que também estão disponíveis para detecção de patógenos para doenças infecciosas, identificação de mutações genéticas associadas a doenças cardiovasculares e rastreio de marcadores genéticos e oncológicos.

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Referências Bibliográficas:

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Monitoramento dos casos de dengue, febre de chikungunya e febre pelo vírus Zika até a Semana Epidemiológica 45. Boletim Epidemiológico, v. 46, n. 36, 2015. BRASIL. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis. Febre de chikungunya: manejo clínico / Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Secretaria de Atenção Básica. – Brasília: Ministério da Saúde, 2015

RODRIGUEZ-MORALES A.J. No era suficiente con dengue y chikungunya: llegó también Zika. Archivos de Medicina, v. 11, n. 2-3, p. 1-4, 2015.

RODRIGUEZ-MORALES A.J. et al. How many patients with post-chikungunya chronic inflammatory rheumatism can we expect in the new endemic areas of Latin America?. Rheumatol Int., v. 35, n. 12, p. 2091-2094, 2015.

WORLD HEALTH ORGANIZATION. Dengue: Guidelines for treatment, prevention and control. Geneva: World Health Organization. WHO Library Cataloguing-in-Publication Data. New Edititon, 2009. Disponível em: http://www.who.int/tdr/publications/documents/dengue-diagnosis.pdf. Acesso em: 08 de dez. 2015.

WORLD HEALTH ORGANIZATION. Zika: Public Health Emergency of International Concern. Available at www.who.int/emergencies/zika-virus/en/ accessed 19 Feb 2016.

28/05/2018

Intolerância ou alergia?

As alergias e intolerâncias alimentares (IA) são uma problemática crescente e têm um impacto negativo na economia familiar, interações sociais, absentismo laboral e escolar, bem como na qualidade de vida dos indivíduos, por isso, têm ganhado importância na comunidade científica médica, onde estima-se que cerca de 15% a 20% da população mundial seja afetada por alguma intolerância alimentar.

As IA são reações mediadas pela produção de anticorpos IgG, diferente das alergias que são mediadas pelos anticorpos IgE.

Os sintomas são muito variáveis, podendo apresentar: dor e distensão abdominal, diarreia, obstipação, cefaleias, urticária, fadiga, dores musculares, dificuldades de concentração, ansiedade ou depressão, entre outros. Cerca de 50% a 84% dos pacientes diagnosticados com distúrbios gastrointestinais funcionais associam o aparecimento dos sintomas com IA.

Para o tratamento de pacientes com intolerância alimentar é necessário a retirada do alimento de sua dieta e acompanhamento. Por isso, a detecção do alimento que causa a intolerância permite um tratamento rápido e melhora na qualidade de vida do paciente.

O teste de intolerância alimentar identifica alimentos que levam à produção de anticorpos IgG, que poderão estar na origem de diversas doenças, como, transtornos gastrointestinais (síndrome do cólon irritável), alterações dermatológicas (eczema), sobrepeso, enxaqueca e artrite. Vale ressaltar que os resultados devem ser sempre correlacionados com a condição clínica do paciente.

E para o diagnóstico de intolerâncias alimentares a Vyttra Diagnósticos tem disponível o kit Food Intolerance 90G ELISA, com apresentação de 3 testes, fornecidos pelo fabricante americano Biomerica que detecta a presença de anticorpos IgG contra mais de 90 alimentos das diversas famílias:

Frutos do mar:
Molusco, bacalhau, merluza, lagosta, salmão, sardinha, camarão, linguado sole, lula, truta e atum.

Leite e ovos:
Leite de vaca, ovo, clara, gema e iogurte.

Queijos:
Queijo americano, queijo cottage e queijo curado.

Carnes:
Carne de frango, carne de cordeiro, carne suína, carne de coelho e carne de peru.

Legumes, verduras e hortaliças:
Alcachofra, aspargo, brócolis, repolho, cenoura, couve-flor, aipo, acelga, pepino, berinjela, ervilha verde, alface, alface-americana, feijão-de-lima, cebola, feijão-pinto (feijão carioca), batata, espinafre, abóbora, vagem, batata-doce e tomate.

Ervas e especiarias:
Canela, alho, pimenta-verde, manjerona, salsa e pimenta.

Frutos secos:
Amêndoa, noz-de-cola, amendoim, noz-preta e noz.

Cereais e sementes:
Grãos integrais, cevada, cana-de-açúcar, grão-de-bico, café, milho, lentilha, semente de mostarda, aveia, arroz, centeio, soja, semente de girassol, trigo, fermento (pão) e levedura (cerveja).

Frutas:
Maçã, abacate, banana, melão, uva branca, uva concord, toranja, limão, laranja, pêssego, pera, abacaxi, ameixa e morango.

Outros:
Manteiga, chocolate, mel, cogumelo, oliva, chá e chá-preto.

15/01/2018

Vyttra Diagnósticos apresenta novas soluções para diagnóstico in vitro no congresso SBPC/ML

 

Líder brasileira na produção e comercialização de reagentes e equipamentos para o mercado de diagnósticos in vitro, a Vyttra Diagnósticos destaca soluções para o mercado durante o 51º Congresso Brasileiro de Patologia Clínica/Medicinal Laboratorial (CBPC/ML), que acontece de 26 a 29 de setembro, no Palácio das Convenções do Anhembi, em São Paulo. O estande da Vyttra é o nº 31.

 

A empresa destaca o lançamento da linha Maglumi™, um sistema de Imunoensaio por Quimioluminescência (CLIA) composto por cinco modelos com capacidade de processamento de 120 a 280 testes/hora, que atendem laboratórios e hospitais de todos os portes. Em constante evolução, o menu de testes é amplo e conta com mais de 100 parâmetros nas áreas anemia, cardiologia, endocrinologia, ginecologia entre outras. Além disso, possui parâmetros exclusivos, dentre eles 17OH Progesterona, T3 Reverso e Testosterona Livre.

Na hematologia, a novidade é o Mythic® 22 OT, menor equipamento do mercado com diferencial em cinco partes e análise em sistema de tubo aberto. O produto utiliza apenas três reagentes e destaca-se por seu baixo consumo (30% a 50% inferior aos demais do segmento, reduzindo o volume de resíduos). Outra característica do sistema é a aspiração de pequenos volumes de amostras, controles e calibradores, sendo capaz de processar até 60 hemogramas por hora.

A Vyttra também traz para o mercado o analisador de eletrólitos i-Smart 30 Pro, baseado em cartuchos que usam 60 µl de amostra de sangue para medir automaticamente íons como Na +, K +, Cl- e hematócrito. O cartucho all-in-one contém todos os consumíveis, incluindo eletrodos, soluções e reagentes. Além disso, o i-Smart 30 Pro tem design enxuto e baterias internas recarregáveis, possibilitando sua locomoção para onde quer que seja necessário fazer o teste de Point of care, como triagem em sala de diagnóstico de emergência, unidade de terapia intensiva e em hospitais.

Para o segmento veterinário, o lançamento é a linha Vyvera, um exclusivo pack dedicado com as quatro soluções necessárias para a realização do hemograma: 1 diluente, 1 lisante, 1 detergente e 1 desproteinizante. Esse reagente é destinado ao uso no analisador hematológico Hemacounter Vet, que processa até 60 testes/hora, com sete configurações pré-determinadas de animais: cães, gatos, coelhos, porcos, cavalos, cabras e macacos, e mais quatro que podem ser definidas pelo usuário.

 

01/09/2017

Vyttra Diagnósticos lança pack de reagentes hematológicos dedicado para rotinas veterinárias

Líder brasileira na produção e comercialização de reagentes e equipamentos para o mercado de diagnósticos in vitro, a Vyttra Diagnósticos apresenta a linha Vyvera, com exclusivo pack para uso veterinário dedicado ao analisador hematológico Hemacounter Vet.

A nova linha traz o pack de reagentes para hematologia veterinária Vyvera, que proporciona praticidade através de quatro soluções necessárias para a realização do hemograma: 1 diluente, 1 lisante, 1 detergente e 1 desproteinizante para a realização de manutenções. “Além de lançarmos um único conjunto com todos os reagentes necessários, diferentemente do que encontramos atualmente no mercado, as apresentações são adequadas para rotinas veterinárias e os produtos permanecem 100% estáveis durante todo o seu uso. O pack Vyvera, ao seu final, deve ser substituído na íntegra por um novo, explica Juliane Castoldi, gerente de produtos da Vyttra Diagnósticos.

A Vyttra já possuiu em seu portfólio o equipamento Hemacounter Vet, destinado exclusivamente a hemogramas veterinários, processando até 60 testes/hora com sete configurações pré-determinadas de animais: cães, gatos, coelhos, porcos, cavalos, cabras e macacos, e mais quatro que podem ser definidas pelo usuário. O equipamento realiza diferencial em três partes de WBC, apresentando 20 parâmetros e três histogramas, além de possuir software em português e baixo consumo de reagentes e amostras.

 

29/08/2017