Dia Mundial do Doador de Sangue: conheça o percurso da bolsa de sangue até o paciente

 

 

 

Vyttra Diagnósticos explica por que a coleta é segura para doador e receptor e quais são os testes realizados durante a doação.

 

No próximo dia 14 de junho será comemorado o Dia Mundial do Doador de Sangue, uma homenagem mais do que justa para alguém que faz uma doação para salvar vidas. Mas o Brasil ainda tem muito a evoluir em doações. De acordo com o Ministério da Saúde, 1,8% da população doa sangue com regularidade. O percentual fica abaixo do ideal estimado pela Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS), de 2% da população, para suprir as necessidades de sangue e outros componentes sanguíneos de um país. Segundo dados do Ministério da Saúde, em 2015 cerca de 1 milhão de voluntários doaram sangue pela primeira vez, ou seja, 38% do total das doações. Mais 1,6 milhão de pessoas, ou 62% do total, retornaram para doar.

A doação de sangue tem evoluído em função das campanhas de conscientização da população. Muitos deixam de doar por medo, mas a doação é rápida e segura em função dos avanços das tecnologias de coleta e dos testes de diagnóstico in vitro, que garantem uma transfusão segura.

O protocolo aplicado pelos bancos de sangue também é bastante definido. Antes da coleta o doador passa por uma entrevista de triagem clínica, na qual podem ser detectadas algumas condições adicionais que possam impedir sua doação. Um bom exemplo é o teste rápido de hemoglobina, feito com uma única gota de sangue.

Após a coleta, cada bolsa de sangue é testada para hepatites B e C, HIV, HTLV, Doença de Chagas e Sífilis. Além disso, é realizada a tipagem sanguínea ABO e Rh, bem como a pesquisa de anticorpos eritrocitários irregulares. Caso algum destes testes apresente resultado alterado, a bolsa de sangue será desprezada e o doador será convidado a retornar para a repetição dos exames. É importante frisar que jamais se deve fazer uma doação de sangue apenas para receber o resultado dos testes, lembrando que estes exames estão disponíveis na rede pública e particular de saúde, não apenas nos bancos de sangue.

Os testes utilizados pelos bancos de sangue evoluíram muito ao longo dos anos, sempre no sentido de garantir a segurança da doação para os envolvidos. Os kits tiveram sua sensibilidade e especificidade aumentadas, além da redução da janela imunológica, garantindo que algumas doenças possam ser detectadas em um período menor após o contágio da mesma e, com isso, aumentando a confiabilidade dos testes.

Líder brasileira na produção e comercialização de reagentes e equipamentos para o mercado de diagnósticos in vitro, a Vyttra Diagnósticos oferece em seu portfólio de produtos todos os testes necessários para a triagem de doadores de sangue pelas metodologias ELISA, Quimioluminescência, ImunoBlot e Imunofluorescência para doenças infecciosas, além dos testes de imunohematologia para determinação de grupos sanguíneos.

Para ser doador de sangue, basta ter entre 18 e 69 anos de idade e ter peso superior a 50 quilos. Pessoas entre 16 e 18 anos também podem doar, desde que autorizadas pelos pais ou responsáveis. De acordo com a diretriz do Ministério da Saúde, homens podem fazer quatro doações ao ano, com intervalos mínimos de 60 dias. Já para as mulheres recomenda-se até três doações ao ano, com intervalos de 90 dias. Além dos bancos de sangue independentes, a maior parte dos hospitais públicos e privados possui bancos de sangue próprios que estão sempre abertos a doadores.

09/06/2017

Exames laboratoriais são fundamentais para diagnóstico precoce da Síndrome dos Ovários Policísticos

 

 

  

No conjunto de exames necessários para diagnosticar a SOP estão os testes de hormônios femininos.

 

O Dia Internacional de Luta Pela Saúde da Mulher (28 de maio) foi definido no IV Encontro Internacional Mulher e Saúde em 1984, na Holanda, durante o Tribunal Internacional de Denúncia e Violação dos Direitos Reprodutivos. A data destaca a importância das mulheres conhecerem e participarem de ações em prol da luta pela saúde feminina, como o direito a um diagnóstico rápido e de qualidade.

Os exames laboratoriais são fundamentais para o rápido diagnóstico de diversas doenças femininas, como a Síndrome dos Ovários Policísticos (SOP), causa mais frequente de infertilidade em mulheres e que atinge cerca de 10% das mulheres em idade reprodutiva.

Os sintomas mais comuns da SOP incluem ciclos menstruais irregulares, menor frequência de ovulação e dificuldade para engravidar. A Síndrome também colabora para o aparecimento de outros problemas de saúde, como doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2 e obesidade.

Apesar de não ter cura, a SOP pode ter seus sintomas controlados. Para tanto, o diagnóstico é fundamental para excluir a possibilidade de outras doenças e detectar a Síndrome precocemente.

No conjunto de exames necessários para diagnosticar a SOP estão os testes de hormônios femininos como, por exemplo, FSH, LH, Progesterona, Estradiol, Prolactina. “São testes utilizados para avaliar a fertilidade e os distúrbios hormonais, como a própria síndrome do ovário policístico”, explica Daiana Godoi, gerente de produtos da Vyttra Diagnósticos.

A paciente com suspeita de SOP faz uma bateria de exames para excluir outras causas da suspensão da ovulação e de infertilidade, além de outros distúrbios hormonais. A ultrassonografia é usada para examinar os ovários e identificar cistos. Se for confirmado o diagnóstico de síndrome do ovário policístico, então são realizados outros exames, como perfil lipídico e glicemia, para avaliar possíveis complicações, como diabetes e doença cardiovascular.

Entre os exames laboratoriais que podem ser feitos para diagnosticar o SOP e doenças decorrentes da Síndrome estão inclusos testes como: FSH, LH, Testosterona, Androstenediona, 17-OHP, HGH, DHEA-S, entre outros.

26/05/2017

Diagnóstico precoce de hemofilia é fundamental para evitar complicações

 

 

 

Analisadores de coagulação aperfeiçoam carga de trabalho na execução de perfis de exames laboratoriais em menor tempo possível e garantem a máxima precisão nos resultados.

O Dia Mundial da Hemofilia (17 de abril) foi criado em 1989 para celebrar o nascimento do fundador da Federação Mundial de Hemofilia, Frank Schnabel. Nascido em 1926 e portador de hemofilia A grave, Schnabel dedicou sua vida para melhorar a qualidade de vida dos hemofílicos por meio do incentivo ao desenvolvimento científico.

As hemofilias são doenças hemorrágicas resultantes da deficiência de fatores da coagulação. O Brasil tem a terceira maior população mundial de pacientes, com 12 mil brasileiros portadores de hemofilia - cerca de dez mil do tipo A e dois mil do tipo B. De acordo com o Ministério da Saúde, aproximadamente 70 novos casos de hemofilia grave são registrados por ano no Brasil. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a hemofilia A é o tipo mais comum da doença, representando de 85% a 90% dos casos mundiais.

Diagnosticar precocemente a doença é fundamental para evitar suas complicações, pois sem a reposição do fator deficiente, as crianças estarão sujeitas a complicações que poderão evoluir para sequelas graves e até mesmo óbito.

“Um exame de tempo de tromboplastina parcial ativada (ou TTPA) prolongado com tempo de protrombina (ou TP) e tempo de coagulação normal deve ser investigado”, destaca Monalisa Ramos, gerente de produtos da Vyttra Diagnóstico. Ela explica que os analisadores de coagulação Q Next e Q Smart foram projetados para realizar automaticamente todas as etapas dos exames de hemostasia. “A solução otimiza a carga de trabalho envolvida na execução de perfis de exames laboratoriais em menor tempo possível e garante a máxima precisão nos resultados”, finaliza.

Os analisadores de coagulação Q Smart e Q Next, da Grifols, distribuídos com exclusividade no Brasil pela Vyttra Diagnósticos, são precisos tanto para exames de rotina de coagulação como para a determinação de atividades de fatores e provas especiais por meio de métodos coagulométrico, cromogênico e imunoturbidimétrico.

18/04/2017

Automação torna teste de tuberculose mais seguro

 

Novo equipamento torna teste mais eficiente e sem riscos para operador e meio ambiente


O Dia Mundial de Combate à Tuberculose foi criado em 1982 pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em homenagem aos 100 anos do descobrimento do bacilo da doença pelo médico Robert Koch em 24 de março de 1882. Embora a tuberculose pareça uma doença de antigamente, a realidade é bem diferente. Anualmente são notificados cerca de 6 milhões de novos casos em todo o mundo, levando mais de um milhão de pessoas a óbito.

O surgimento do vírus HIV e o aparecimento de focos de tuberculose resistente aos medicamentos agravam ainda mais esse cenário. No Brasil, a tuberculose é sério problema da saúde pública, com profundas raízes sociais. A cada ano, são notificados aproximadamente 65 mil casos novos e ocorrem 4,5 mil mortes em decorrência da doença. O País ocupa o 17º lugar entre os 22 países responsáveis por 80% do total de casos de tuberculose no mundo.

A tuberculose tem cura e o Sistema Único de Saúde (SUS) disponibiliza gratuitamente o tratamento. Contudo, é fundamental o diagnóstico precoce. A baciloscopia ou pesquisa de BAAR (bacilo álcool-ácido resistente) é uma metodologia utilizada para o diagnóstico laboratorial da tuberculose e acompanhamento da eficácia do tratamento, fundamentada na característica tintorial do bacilo de Koch (M. Tuberculosis) de reter o corante fucsina mesmo após descoloração com solução álcool-ácida. Os kits de coloração disponíveis no mercado brasileiro são para técnica manual e a grande maioria utiliza ainda a técnica de coloração a quente Ziehl-Neelsen.

“O grande problema é que o método Ziehl-Neelsen prevê que a coloração seja realizada de preferência dentro de uma capela de exaustão, pois há liberação de vapores tóxicos durante o aquecimento do corante fucsina. É recomendado que operadores utilizem máscaras, para evitar intoxicação”, explica Claudia Huerta, gerente de produto da linha de microbiologia da Vyttra Diagnósticos.

Para aumentar a eficiência e a produtividade do teste, bem como o tornar mais seguro para os profissionais que atuam nos laboratórios de diagnóstico in vitro e para o meio ambiente, a Vyttra Diagnósticos desenvolveu com exclusividade para coloração de lâminas de testes de tuberculose o equipamento SlideInk BK®, da marca Hemogram.

O corador SlideInk BK® é um sistema totalmente automatizado que utiliza a técnica de coloração a frio (Kinyoun), que exclui os riscos de toxicidade para o operador. Além de questões de biossegurança, o equipamento utiliza quantidade suficiente e padronizada de reagente para uma coloração satisfatória das lâminas, evitando o desperdício dos reagentes.

O equipamento é randômico com capacidade para 25 lâminas, podendo ser utilizadas amostras de escarro direto, escarro tratado, cultura líquida e demais fluidos corpóreos. O tempo de coloração para a primeira lâmina é de 20 minutos, com as demais lâminas em sequência, resultando em produtividade de 30 lâminas por hora. Além do equipamento, a marca Hemogram conta com um kit de corantes exclusivo.

“É um grande orgulho apresentar tecnologias que foram totalmente desenvolvidas no Brasil, pela equipe de pesquisadores da marca Hemogram. Isso vai ao encontro do propósito da Vyttra Diagnósticos de oferecer melhores resultados para os laboratórios e maior acesso do cidadão a um diagnóstico rápido e de qualidade”, finaliza Claudia Goulart, presidente da Vyttra Diagnósticos.

24/03/2017

Diagnóstico in vitro ajuda no rastreio e monitoramento do câncer

 

Confira testes que podem auxiliar no tratamento e no monitoramento

 

O Dia Mundial do Câncer, 4 de fevereiro, foi criado para ressaltar a importância da prevenção da doença, a necessidade de diagnósticos precoces e os investimentos para o desenvolvimento de métodos de triagem e tratamentos. Os exames de diagnóstico in vitro são grandes aliados de médicos e pacientes para diagnóstico precoce e tratamento do câncer, doença com estimativa de 595 mil novos casos no Brasil em 2016, segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca).

Entre o rol de exames que auxiliam médicos e pacientes, existem os usuais e as inovações. O teste de Elastase Pancreático, incorporado recentemente nos laboratórios, auxilia a detecção de neoplasias e pancreatites de forma menos invasiva. O teste é bastante acessível e indolor, pois é realizado utilizando amostra de fezes.

Testes fecais baseados em marcadores tumorais podem oferecer uma boa escolha não invasiva ao paciente. Nesta categoria, o exame de sangue oculto é o mais disseminado como auxiliar na triagem do câncer colorretal. Contudo, novos testes mais sensíveis destinados à identificação e ao monitoramento de recidivas ou metástases já estão disponíveis, como o exame M2-PK, que detecta um biomarcador da enzima M2-PK, associada a este câncer. “O diferencial deste teste comparado ao sangue oculto é a sua alta especificidade, detectando a neoplasia mesmo na ausência de sangramento”, explica Daiana Godoi, gerente de produtos da Vyttra Diagnósticos.

Dentre os exames usuais há o PSA, marcador para triagem e monitoramento do câncer de próstata. Para outras neoplasias de alta incidência como o câncer de ovário, mama e gástrico, os marcadores mais utilizados são o CA 125, CA 15-3 e o CA19-9, respectivamente.

“Acreditamos que todos têm direito a um diagnóstico rápido e de qualidade. A Vyttra Diagnósticos tem a missão de oferecer melhores resultados para os laboratórios e maior acesso do cidadão a um diagnóstico rápido e de qualidade. Quanto antes a doença for detectada, maior é a possibilidade de cura”, finaliza Claudia Goulart, presidente da Vyttra Diagnósticos.

03/02/2017

Vyttra Diagnósticos reforça nova marca no CBPC

Participando de seu primeiro evento com nova marca, Vyttra Diagnósticos destaca atuação nacional e portfólio amplo, resultado da união das empresas Imunotech, Hemogram e Alka.

Líder brasileira em reagentes e equipamentos para o mercado de diagnósticoin vitro, a Vyttra Diagnósticos aproveita a 50ª edição do Congresso Brasileiro de Patologia Clínica e Medicina Laboratorial (CBPC) para reforçar a nova marca, resultante da união das empresas Imunotech, Hemogram e Alka. O CBPC acontece entre 27 e 30 de setembro, no Centro de Convenções SulAmérica, no Rio de Janeiro.

A empresa mostrará no seu estande (nº 50) os principais equipamentos de cada linha, além de apresentar o catálogo completo. “A CPBC é o evento de patologia mais importante do ano. Para nós, é uma excelente oportunidade para fortalecer nossa mensagem, além de ser um ambiente propício para networking e negociações”, comenta Claudia Goulart, presidente da Vyttra Diagnósticos.

Com uma carteira de mais de 2.500 clientes em todo o país, a Vyttra Diagnósticos tem mais de três mil produtos de fabricação própria e dos melhores fornecedores, em especialidades como hematologia, coagulação, VHS, imuno-hematologia, bioquímica, imunologia, autoimunidade, microbiologia, biologia molecular e uroanálise. A empresa se diferencia também por oferecer a maior estrutura de assistência técnica e assessoria científica do mercado, além de uma robusta infraestrutura logística.

Com atuação nacional, a Vyttra Diagnósticos dispõe de quatro centros de distribuição, localizados em São Paulo, Goiânia, Minas Gerais e Curitiba. Em uma moderna fábrica instalada em Bragança Paulista (SP) a empresa desenvolve e produz equipamentos e reagentes de sua marca Hemogram para hematologia e microbiologia. Na mesma planta são também fabricados reagentes de hematologia para várias multinacionais que atuam no Brasil.

Serviço

50ª CBPC
Data: 27 a 30 de setembro
Local: Centro de Convenções SulAmérica
Estande Vyttra Diagnósticos: nº 50

Sobre a Vyttra Diagnósticos

Líder brasileira em reagentes e equipamentos para o mercado de diagnóstico in vitro, a Vyttra Diagnósticos faz parte da holding Adavium Medical e foi criada em 2016 a partir da união das empresas Imunotech, Hemogram e Alka Tecnologia. Com carteira de mais de 2.500 clientes em todo o país, a Vyttra Diagnósticos conta com portfólio completo com mais de três mil itens, entre produtos de fabricação própria e importados, em especialidades como bioquímica, hematologia, imunologia, autoimunidade e microbiologia. Com atuação nacional, a empresa dispõe de quatro centros de distribuição, localizados em São Paulo, Distrito Federal, Minas Gerais e região Sul, além de distribuidores em todo o país.

23/09/2016

Adavium Medical anuncia a nova marca de sua divisão de diagnósticos: Vyttra


A Adavium Medical anuncia a nova marca de sua divisão de diagnósticos: Vyttra Diagnósticos. Resultado da unificação das empresas Imunotech, Hemogram e Alka, que juntas possuem mais de 80 anos de mercado, a Vyttra Diagnósticos é a maior empresa brasileira em reagentes e equipamentos para o mercado de diagnóstico in vitro.

“Consolidamos na Vyttra Diagnósticos um portfólio amplo, constituído por múltiplas marcas, o que nos assegura a capacidade única de oferecer soluções que atendam às necessidades de cada um de nossos clientes, independentemente de seu perfil, porte ou localização. Nosso objetivo é proporcionar aos nossos clientes, além de excelência clínica, melhores resultados para seus negócios”, ressalta Claudia Goulart, presidente da Vyttra Diagnósticos e COO da Adavium Medical.

Claudia Goulart, presidente da Vyttra Diagnósticos e COO da Adavium Medical

Com uma carteira de mais de 2.500 clientes em todo o país, a Vyttra Diagnósticos conta com portfólio composto por mais de 3 mil produtos de fabricação própria e dos melhores fornecedores, em especialidades como hematologia, coagulação, VHS, imuno-hematologia, bioquímica, imunologia, autoimunidade, microbiologia, biologia molecular e uroanálise. A empresa se diferencia também por oferecer a maior estrutura de assistência técnica e assessoria científica do mercado, além de uma robusta infraestrutura logística.

Com atuação nacional, a empresa dispõe de quatro centros de distribuição, localizados em São Paulo, Distrito Federal, Minas Gerais e região Sul. Em uma moderna fábrica instalada em Bragança Paulista (SP) a empresa desenvolve e produz equipamentos e reagentes de sua marca Hemogram para hematologia e microbiologia. Na mesma planta são também fabricados reagentes de hematologia para várias multinacionais que atuam no Brasil.

“Acreditamos que todos têm direito a um diagnóstico rápido e de qualidade. Esta foi a visão por trás da união das três empresas: criar uma empresa brasileira que pudesse proporcionar mais acesso do cidadão à saúde por ser capaz de atender às demandas dos mais diversos tipos de clientes, com segurança e muita eficiência, consistentemente. Estamos construindo esta empresa com muito trabalho é claro, mas com uma enorme paixão por servir bem. Queremos que a Vyttra Diagnósticos seja uma empresa extraordinária para seus clientes”, finaliza Claudia Goulart.

Sobre a Adavium Medical
Maior empresa de equipamentos médicos e diagnósticos in vitro do Brasil, a Adavium Medical é uma holding formada pelas marcas Vyttra Diagnósticos e Vydence Medical. Fundada no Brasil em 2011 pelo médico Fred Aslan, a Adavium Medical tem faturamento de cerca de R$ 200 milhões e atende cerca de 3500 clientes diretos. Para criar a companhia, Fred Aslan captou recursos de fundos de capital de risco americanos. A primeira aquisição ocorreu em 2013, quando anunciou a compra da Imunotech Sistemas Diagnósticos. Em abril de 2016, foram adquiridas as empresas Alka e Hemogram. Já a Vydence Medical, divisão que fabrica e comercializa equipamentos médicos para estética e dermatologia, entre outras especialidades, se fortaleceu em 2015 com a compra de controle da Industra Technologies, empresa brasileira líder no segmento.

Sobre a Vyttra Diagnósticos
Líder brasileira em reagentes e equipamentos para o mercado de diagnóstico in vitro, a Vyttra Diagnósticos faz parte da holding Adavium Medical e foi criada em 2016 a partir da união das empresas Imunotech, Hemogram e Alka Tecnologia. Com carteira de mais de 2.500 clientes em todo o país, a Vyttra Diagnósticos conta com portfólio completo com mais de três mil itens, entre produtos de fabricação própria e importados, em especialidades como bioquímica, hematologia, imunologia, autoimunidade e microbiologia. Com atuação nacional, a empresa dispõe de quatro centros de distribuição, localizados em São Paulo, Distrito Federal, Minas Gerais e região Sul, além de distribuidores em todo o país.

 

Fonte: Saúde Business

23/09/2016

Entrevista: Claudia Goulart, presidente da Vyttra Diagnósticos e COO da Adavium Medical

Há poucos meses a Adavium Medical anunciou a nova marca de sua divisão de diagnósticos: a Vyttra Diagnósticos, resultado da unificação das empresas Imunotech, Hemogram e Alka. Com isso, a Vyttra Diagnósticos é agora a maior empresa brasileira em reagentes e equipamentos para o mercado de diagnóstico in vitro.

E para saber um pouco mais sobre o processo de unificação e os planos futuros da empresa, o portal LabNetwork entrevistou Claudia Goulart, presidente da Vyttra Diagnósticos e COO da Adavium Medical. Com grande experiência no mercado de medicina diagnóstica, a executiva é economista formada pela Universidade Federal de Minas Gerais e tem uma passagem importante na General Electric, onde ocupou a posição de presidente e CEO da operação Healthcare para a América Latina. Acompanhe:

LabNetwork – Como foi sua entrada para o setor da Saúde?
Claudia Goulart – Eu ingressei nesse segmento em 2003 quando comecei a trabalhar na área de radiologia da GE e onde fiquei até 2011, época em que ocupava a posição de presidente e CEO da operação Healthcare para a América Latina. Foi quando decidi sair da empresa e partir para um período sabático. Mas a Pixeon me trouxe de volta pouco tempo depois, para uma atividade mais “amena”. Pelo menos era o que eu imaginava (rindo): a de conselheira. Isso porque três anos depois eu já participava de oito conselhos. Aí a coisa já não era tão amena assim, afinal empreender no Brasil não é tarefa fácil. E uma das empresas em que eu estava no conselho era a antiga Advance Medical – hoje Adavium Medical. Isso remonta a 2013, quando foi feita a primeira aquisição do grupo, a Imunotech. Eu havia sido convidada para atuar como conselheira independente por Fred Aslan, fundador e CEO da Adavium Medical.

LabNetwork – Foi depois disso que você assumiu a posição de COO da Adavium Medical?
Claudia Goulart – Sim, o Fred continuou avaliando empresas para formar uma plataforma de consolidação e naturalmente a minha participação neste processo foi crescendo. Em 2014 ele começou a dividir comigo as companhias que estavam sendo analisadas para possíveis aquisições. O que culminou em três transações, uma da área de equipamentos médicos, a Industra, hoje Vydence [empresa que faz parte da holding Adavium Medical], adquirida em 2015, a Alka, incorporada em dezembro de 2015, e a Hemogram, em fevereiro deste ano [ambas que culminaram na criação da Vyttra Diagnósticos]. O processo de diligência foi longo, por causa das questões contábeis, mas foi bom porque todos pudemos nos conhecer melhor. Foi exatamente na véspera do fechamento da transação da Hemogram que eu passei a ocupar a posição de presidente da Vyttra Diagnósticos. A Vyttra Diagnósticos é, então, resultado da unificação da Imunotech, Hemogram e Alka. Uma divisão da Adavium Medical.

LabNetwork – Quais foram os desafios durante o processo de unificação?
Claudia Goulart – Nós trabalhamos muito no entendimento entre as lideranças das empresas e as pessoas que iriam conduzir esse processo para que ele fosse feito de forma eficiente, cuidadosa e pouco intrusiva. Nesse tipo de projeto você precisa atrair as pessoas para trabalharem juntas e não impor a elas uma situação. Apesar de ainda existirem vários CNPJs, as equipes já funcionam como uma só. E o nosso desafio foi exatamente este: como são vários CNPJs e nós somos uma única empresa, nós temos que acessar bases de informação que estão separadas. Nós já tínhamos antecipado essa situação, que estava no nosso planejamento. Mas até novembro devemos ter a integração dessas bases concluída. Fecharemos o ano com uma condição unificada do ponto de vista de informação. Nós trabalhamos com três prioridades: gente, sistemas e processos. Sabendo qual sistema vamos usar e com que equipe vamos trabalhar, podemos unificar processos. Neste momento estamos bem avançados na integração dos processos. A exemplo, já concluímos a integração da estrutura comercial e de assistência técnica, finanças, RH e marketing.

LabNetwork – Passada essa primeira fase, quando a Vyttra Diagnósticos deverá estar completamente consolidada?
Claudia Goulart – Nós já estamos adiantados no processo de consolidação considerando que anunciamos a união das empresas no dia 6 de abril. Nossos parceiros e fornecedores são em sua maioria empresas globais, com processos de diligência e compliance tão rigorosos quanto os nossos. Por isto queremos evoluir rapidamente e de forma sólida, preservando os pilares de compliance da Vyttra Diagnósticos. Nosso objetivo é estarmos com a casa arrumada em janeiro de 2017. Até lá, continuaremos com o trabalho interno de integração e redesenho de processos e trabalhando na concretização de novas parcerias, o que vai acontecer em paralelo. Janeiro de 2017 vai ser o mês que pretendemos ter esta nova plataforma de gestão consolidada. Há uma segunda etapa de planejamento para o ano que vem, que é a implantação de novos módulos de sistema, entre eles os módulos de automação da fábrica de Bragança. Porém, do ponto de vista de interação com o cliente, já estaremos estruturados, mais consolidados e com bastante novidade.

LabNetwork – Como está composto o portfólio da Vyttra Diagnósticos atualmente?
Claudia Goulart – Hoje nós temos uma carteira de mais de 2.500 clientes em todo o país e nosso portfólio é composto por mais de 3 mil produtos de fabricação própria e dos melhores fornecedores, em especialidades como hematologia, coagulação, VHS, imuno-hematologia, bioquímica, imunologia, autoimunidade, microbiologia, biologia molecular e uroanálise. Na fábrica que fica em Bragança Paulista, SP, está a produção de reagentes hematológicos. Nós estamos estudando agora a fabricação local de reagentes de outras linhas. Também está na nossa mira a medicina biomolecular com os testes de PCR, que hoje são precisos e fornecem o diagnóstico rapidamente. Outro aspecto que está em nosso radar é a questão da modularidade de plataforma. Nós entendemos que modularidade traz flexibilidade aos laboratórios, mesmo nos processos semiautomáticos. A modularidade diminui o custo da obsolescência e evita a ociosidade precoce dos equipamentos, agregando valor porque permite flexibilidade e aumento de capacidade na medida que o cliente cresce.

LabNetwork – Como você enxerga os novos modelos de negócio de medicina laboratorial hoje em dia?
Claudia Goulart – Um novo modelo de negócio na área de saúde que eu considero disruptivo é o Dr. Consulta. Ele vai exigir mudanças na forma de tratar o que fazemos em in vitro. Vai demandar de nós capacidade de nos adaptarmos ao novo modelo de atendimento de pacientes, com novos fluxos de atendimento. Esse sistema de consulta rápida vem conquistando seu espaço no mercado e possui demandas específicas. Também vejo o crescimento do uso de máquinas que processem um número pequeno de exames e com amostras muito pequenas, ou seja, os testes rápidos e em Point of Care. As amostras estão diminuindo e os aparelhos também.

LabNetwork – Os produtos de seu portfólio virão com a marca Vyttra Diagnósticos?
Claudia Goulart – Alguns produtos vão continuar com a marca Hemogram por enquanto, mas temos um plano no longo prazo de oferecer um maior portfólio de produtos com a marca Vyttra Diagnósticos. Esse portfólio ainda está sendo avaliado porque ele não pode ser conflitante com o portfólio dos nossos parceiros, ou seja, ele deve complementar as linhas distribuídas. Isso porque nós temos parcerias com grandes indústrias no Brasil com exclusividade e iremos sempre cumprir esses compromissos.

 

Confira trecho da entrevista em que a executiva explica como foi sua entrada na empresa.

 

Fonte: Labnetwork

22/09/2016