Vyttra Diagnósticos apresenta novas soluções para diagnóstico in vitro no congresso SBPC/ML

 

Líder brasileira na produção e comercialização de reagentes e equipamentos para o mercado de diagnósticos in vitro, a Vyttra Diagnósticos destaca soluções para o mercado durante o 51º Congresso Brasileiro de Patologia Clínica/Medicinal Laboratorial (CBPC/ML), que acontece de 26 a 29 de setembro, no Palácio das Convenções do Anhembi, em São Paulo. O estande da Vyttra é o nº 31.

 

A empresa destaca o lançamento da linha Maglumi™, um sistema de Imunoensaio por Quimioluminescência (CLIA) composto por cinco modelos com capacidade de processamento de 120 a 280 testes/hora, que atendem laboratórios e hospitais de todos os portes. Em constante evolução, o menu de testes é amplo e conta com mais de 100 parâmetros nas áreas anemia, cardiologia, endocrinologia, ginecologia entre outras. Além disso, possui parâmetros exclusivos, dentre eles 17OH Progesterona, T3 Reverso e Testosterona Livre.

Na hematologia, a novidade é o Mythic® 22 OT, menor equipamento do mercado com diferencial em cinco partes e análise em sistema de tubo aberto. O produto utiliza apenas três reagentes e destaca-se por seu baixo consumo (30% a 50% inferior aos demais do segmento, reduzindo o volume de resíduos). Outra característica do sistema é a aspiração de pequenos volumes de amostras, controles e calibradores, sendo capaz de processar até 60 hemogramas por hora.

A Vyttra também traz para o mercado o analisador de eletrólitos i-Smart 30 Pro, baseado em cartuchos que usam 60 µl de amostra de sangue para medir automaticamente íons como Na +, K +, Cl- e hematócrito. O cartucho all-in-one contém todos os consumíveis, incluindo eletrodos, soluções e reagentes. Além disso, o i-Smart 30 Pro tem design enxuto e baterias internas recarregáveis, possibilitando sua locomoção para onde quer que seja necessário fazer o teste de Point of care, como triagem em sala de diagnóstico de emergência, unidade de terapia intensiva e em hospitais.

Para o segmento veterinário, o lançamento é a linha Vyvera, um exclusivo pack dedicado com as quatro soluções necessárias para a realização do hemograma: 1 diluente, 1 lisante, 1 detergente e 1 desproteinizante. Esse reagente é destinado ao uso no analisador hematológico Hemacounter Vet, que processa até 60 testes/hora, com sete configurações pré-determinadas de animais: cães, gatos, coelhos, porcos, cavalos, cabras e macacos, e mais quatro que podem ser definidas pelo usuário.

 

01/09/2017

Vyttra Diagnósticos lança pack de reagentes hematológicos dedicado para rotinas veterinárias

Líder brasileira na produção e comercialização de reagentes e equipamentos para o mercado de diagnósticos in vitro, a Vyttra Diagnósticos apresenta a linha Vyvera, com exclusivo pack para uso veterinário dedicado ao analisador hematológico Hemacounter Vet.

A nova linha traz o pack de reagentes para hematologia veterinária Vyvera, que proporciona praticidade através de quatro soluções necessárias para a realização do hemograma: 1 diluente, 1 lisante, 1 detergente e 1 desproteinizante para a realização de manutenções. “Além de lançarmos um único conjunto com todos os reagentes necessários, diferentemente do que encontramos atualmente no mercado, as apresentações são adequadas para rotinas veterinárias e os produtos permanecem 100% estáveis durante todo o seu uso. O pack Vyvera, ao seu final, deve ser substituído na íntegra por um novo, explica Juliane Castoldi, gerente de produtos da Vyttra Diagnósticos.

A Vyttra já possuiu em seu portfólio o equipamento Hemacounter Vet, destinado exclusivamente a hemogramas veterinários, processando até 60 testes/hora com sete configurações pré-determinadas de animais: cães, gatos, coelhos, porcos, cavalos, cabras e macacos, e mais quatro que podem ser definidas pelo usuário. O equipamento realiza diferencial em três partes de WBC, apresentando 20 parâmetros e três histogramas, além de possuir software em português e baixo consumo de reagentes e amostras.

 

29/08/2017

Vyttra traz ao Brasil novo sistema de quimioluminescência

 

Linha Maglumi conta com soluções que atendem laboratórios e hospitais de todos os portes.

Líder brasileira na produção e comercialização de reagentes e equipamentos para o mercado de diagnósticos in vitro, a Vyttra Diagnósticos traz ao Brasil a linha Maglumi™, um sistema de Imunoensaio por Quimioluminescência (CLIA). A família de equipamentos é composta por cinco modelos com capacidade de processamento de 120 a 280 testes/hora, que atendem laboratórios e hospitais de todos os portes.

Em constante evolução, o menu de testes é amplo e conta com mais de 100 parâmetros nas áreas de anemia, cardiologia, endocrinologia, ginecologia, entre outras. Além disso, possui parâmetros exclusivos, dentre eles 17OH Progesterona, T3 Reverso e Testosterona Livre.

Todos os reagentes possuem controle de qualidade e calibradores inclusos que ajudam a diminuir os custos por teste e sua qualidade é assegurada por avaliação de controles de qualidade externo reconhecidos.

Os equipamentos Maglumi™ utilizam a tecnologia de quimioluminescência por microesferas magnéticas. Esta tecnologia diminui o tempo da reação pela ampliação da ligação antígeno-anticorpo, aumenta a sensibilidade por meio de uma captura mais rápida e também reduz de forma significativa as discrepâncias inter ou intra-ensaio pela completa homogeneização dos reagentes em uma plataforma de separação líquida.

O sistema Maglumi™ foi desenvolvido pela empresa Snibe, que possui ISO 13485 e marcação CE para equipamentos e reagentes. Com 20 anos de foco em quimioluminescência, a Snibe já possui mais de sete mil equipamentos instalados e distribuídos em 125 países.

21/08/2017

Vyttra lança compacto rotulador de tubos de coleta que proporciona maior agilidade no processo

Líder brasileira na produção e comercialização de reagentes e equipamentos para o mercado de diagnósticos in vitro, a Vyttra Diagnósticos assume a distribuição do Sistema ATL, da empresa italiana EOS. O equipamento é uma solução tecnológica inovadora e eficiente capaz de otimizar o uso dos recursos e garantir rastreabilidade do processo de coleta de amostras laboratoriais. O sistema point-of-care rotula e separa automaticamente os tubos de coleta em uma solução compacta, projetada para laboratórios, salas de coletas e hospitais.

O ATL prepara uma bandeja com todos os tubos devidamente rotulados e com etiquetas auxiliares para a coleta individual, evitando a possibilidade de rotulagem incorreta e aumentando a eficiência do processo. O equipamento possui capacidade para até nove tipos de tubos diferentes, sendo seis dispostos automaticamente em colunas programáveis e três com carregamento manual.

Dotado de sensores que alertam a necessidade de carregamento de mais tubos, o ATL é modular, inteligente e rotula os tubos na posição correta, evitando a ineficiência dos instrumentos laboratoriais. “O arquivo de histórico registra todos os pacientes e permite pesquisar informações por identificação do paciente, lote, data, tipo de tubo utilizado, uma vez que o sistema gerencia todo o processo”, finaliza Marcelo Benetti, diretor de novos negócios da Vyttra Diagnósticos.

14/08/2017

Vyttra passa a distribuir rotulador automático de tubos de coleta Lab.E.L.

Líder brasileira na produção e comercialização de reagentes e equipamentos para o mercado de diagnósticos in vitro, a Vyttra Diagnósticos assume a distribuição do sistema Lab.E.L., da empresa italiana EOS. O equipamento é uma solução tecnológica inovadora e eficiente, capaz de otimizar o uso dos recursos no processo de coleta de amostras laboratoriais. O sistema prepara o “Kit paciente” etiquetando os tubos de coleta e imprimindo as etiquetas para os frascos auxiliares com informações relacionadas à fase de coleta de sangue, de maneira dinâmica e precisa, permitindo a rastreabilidade desde o front-end da coleta até a entrega do kit individual ao paciente, de forma segura, através do sistema de lacre.

Os tubos podem ser carregados continuamente por meio de um carregador de tubos dedicados. O número dos diferentes tipos de tubos carregáveis depende do modelo: são oito tipos de tubos em Lab.E.L.1008 e 16 em Lab.E.L. 1016.

O sistema Lab.E.L. elimina riscos do processo como: etiquetagem incorreta dos tubos, troca de amostras, utilização de tubos vencidos, coleta inadequada de sangue e desperdício de recursos ou materiais. A solução permite rastreabilidade dos pacientes, identificando o profissional que realizou a coleta do material, data e hora do procedimento; tipo, lote e data de validade dos tubos utilizados, além de produzir um relatório sobre a correspondência ou incompatibilidade entre ID e o “Kit paciente”.

Após a conclusão do cadastro do paciente, o sistema Lab. E. L. permite a impressão em tempo real das etiquetas e o preparo completo do “Kit paciente”, um sistema exclusivo e patenteado. “O Lab.E.L. aumenta a eficiência do processo pré-analítico do laboratório promovendo redução no tempo da operação, agilidade no atendimento ao paciente, segurança e otimização dos recursos disponíveis”, finaliza Marcelo Benetti, diretor de novos negócios da Vyttra Diagnósticos.

01/08/2017

Vyttra oferece kits para diagnóstico diferencial de hepatites virais

Em 2010 a Organização Mundial da Saúde instituiu 28 de julho como Dia Mundial de Luta Contra as Hepatites Virais, com o objetivo de informar sobre a doença e incentivar a busca por testes e tratamento. A hepatite é um processo inflamatório no fígado que pode ser causado pelos vírus A, B, C, D e E, e pode levar a problemas graves, inclusive à morte. Segundo a Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), no país estima-se que existam de 1,5 a 2 milhões de pessoas com hepatite, mas apenas 300 mil sabem que têm a doença.

A hepatite é considerada uma doença silenciosa, pois nem sempre apresenta sintomas, por isso são fundamentais os testes de rotina para a detecção e tratamento precoce. “Os tipos mais graves das hepatites virais são a B e a C, pois se não forem tratadas podem evoluir para cirrose e até câncer, por isso é tão importante o diagnóstico”, comenta Daiana Godoi, gerente de produtos da Vyttra Diagnósticos.

O diagnóstico laboratorial das hepatites virais inclui as provas da função hepática (TGO, TGP, Colinesterase e GamaGT) e a pesquisa de marcadores sorológicos específicos. Testes complementares para a detecção direta do genoma viral podem ser necessários para confirmação diagnóstica, determinação do genótipo infectante ou monitoramento da resposta à terapia antiviral.

No caso das hepatites C e E (sendo a E a com menor incidência no Brasil) os kits ELISA e ImunoBlot são os utilizados para triagem e confirmação de resultados. Líder brasileira na produção e comercialização de reagentes e equipamentos para o mercado de diagnósticos in vitro, a Vyttra é a única empresa a comercializar os kits para diagnóstico de hepatite E em todos os laboratórios de apoio do Brasil. “Os kits de ImunoBlot possuem controle de qualidade incluso na tiras de teste, o que auxilia o cliente a não perder testes com controles por rotina”, finaliza Daiana.

27/07/2017

Vyttra assume distribuição da linha de analisadores hematológicos Mythic®

 Com distribuição exclusiva no Brasil, a Vyttra Diagnósticos traz o equipamento Mythic 22 OT com diferencial em cinco partes e que utiliza apenas três reagentes

A Vyttra Diagnósticos reforça sua posição de líder nacional no segmento de hematologia assumindo a distribuição com exclusividade dos reagentes e equipamentos Mythic®, da empresa suíça Orphée. A Vyttra acumula cerca de 30 anos de experiência no P&D, fabricação e distribuição de produtos para hematologia, a partir da incorporação da empresa Hemogram e sua moderna fábrica e centro de distribuição (CD) em Bragança Paulista. Dispõe ainda de outros quatro CDs em São Paulo, Goiânia, Belo Horizonte e Curitiba.

Juliane Castoldi, gerente de produtos responsável pela hematologia da Vyttra, destaca nesta nova linha o analisador hematológico Mythic® 22 OT, o menor equipamento do mercado com diferencial em cinco partes e análise em sistema de tubo aberto. O produto utiliza apenas três reagentes e destaca-se por seu baixo consumo (30% a 50% inferior aos demais equipamentos do segmento), gerando consequentemente um menor volume de resíduos. Outra característica do sistema é a aspiração de pequenos volumes de amostras, controles e calibradores, sendo capaz de processar até 60 hemogramas por hora.

O Mythic® 22 OT possui tecnologia patenteada 100% ótica para diferencial de leucócitos (Citometria Óptica Hydrofocus Free - OCHF) e solução lisante livre de cianeto, sendo a extensão da linha de grande presença no mercado nacional, contando com mais de 500 unidades instaladas.

Com mais esta distribuição, a Vyttra Diagnósticos amplia seu portfólio de soluções que auxiliam na produtividade de diagnóstico in vitro em laboratórios, hospitais, clínicas e bancos de sangue. “Estamos sempre em busca de tecnologias que incrementem a agilidade no diagnóstico e proporcionem maior acesso dos pacientes ao diagnóstico rápido e de qualidade”, afirma Claudia Goulart, presidente da Vyttra Diagnósticos.

27/07/2017

Dia Mundial do Doador de Sangue: conheça o percurso da bolsa de sangue até o paciente

 

 

 

Vyttra Diagnósticos explica por que a coleta é segura para doador e receptor e quais são os testes realizados durante a doação.

 

No próximo dia 14 de junho será comemorado o Dia Mundial do Doador de Sangue, uma homenagem mais do que justa para alguém que faz uma doação para salvar vidas. Mas o Brasil ainda tem muito a evoluir em doações. De acordo com o Ministério da Saúde, 1,8% da população doa sangue com regularidade. O percentual fica abaixo do ideal estimado pela Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS), de 2% da população, para suprir as necessidades de sangue e outros componentes sanguíneos de um país. Segundo dados do Ministério da Saúde, em 2015 cerca de 1 milhão de voluntários doaram sangue pela primeira vez, ou seja, 38% do total das doações. Mais 1,6 milhão de pessoas, ou 62% do total, retornaram para doar.

A doação de sangue tem evoluído em função das campanhas de conscientização da população. Muitos deixam de doar por medo, mas a doação é rápida e segura em função dos avanços das tecnologias de coleta e dos testes de diagnóstico in vitro, que garantem uma transfusão segura.

O protocolo aplicado pelos bancos de sangue também é bastante definido. Antes da coleta o doador passa por uma entrevista de triagem clínica, na qual podem ser detectadas algumas condições adicionais que possam impedir sua doação. Um bom exemplo é o teste rápido de hemoglobina, feito com uma única gota de sangue.

Após a coleta, cada bolsa de sangue é testada para hepatites B e C, HIV, HTLV, Doença de Chagas e Sífilis. Além disso, é realizada a tipagem sanguínea ABO e Rh, bem como a pesquisa de anticorpos eritrocitários irregulares. Caso algum destes testes apresente resultado alterado, a bolsa de sangue será desprezada e o doador será convidado a retornar para a repetição dos exames. É importante frisar que jamais se deve fazer uma doação de sangue apenas para receber o resultado dos testes, lembrando que estes exames estão disponíveis na rede pública e particular de saúde, não apenas nos bancos de sangue.

Os testes utilizados pelos bancos de sangue evoluíram muito ao longo dos anos, sempre no sentido de garantir a segurança da doação para os envolvidos. Os kits tiveram sua sensibilidade e especificidade aumentadas, além da redução da janela imunológica, garantindo que algumas doenças possam ser detectadas em um período menor após o contágio da mesma e, com isso, aumentando a confiabilidade dos testes.

Líder brasileira na produção e comercialização de reagentes e equipamentos para o mercado de diagnósticos in vitro, a Vyttra Diagnósticos oferece em seu portfólio de produtos todos os testes necessários para a triagem de doadores de sangue pelas metodologias ELISA, Quimioluminescência, ImunoBlot e Imunofluorescência para doenças infecciosas, além dos testes de imunohematologia para determinação de grupos sanguíneos.

Para ser doador de sangue, basta ter entre 18 e 69 anos de idade e ter peso superior a 50 quilos. Pessoas entre 16 e 18 anos também podem doar, desde que autorizadas pelos pais ou responsáveis. De acordo com a diretriz do Ministério da Saúde, homens podem fazer quatro doações ao ano, com intervalos mínimos de 60 dias. Já para as mulheres recomenda-se até três doações ao ano, com intervalos de 90 dias. Além dos bancos de sangue independentes, a maior parte dos hospitais públicos e privados possui bancos de sangue próprios que estão sempre abertos a doadores.

09/06/2017

Exames laboratoriais são fundamentais para diagnóstico precoce da Síndrome dos Ovários Policísticos

 

 

  

No conjunto de exames necessários para diagnosticar a SOP estão os testes de hormônios femininos.

 

O Dia Internacional de Luta Pela Saúde da Mulher (28 de maio) foi definido no IV Encontro Internacional Mulher e Saúde em 1984, na Holanda, durante o Tribunal Internacional de Denúncia e Violação dos Direitos Reprodutivos. A data destaca a importância das mulheres conhecerem e participarem de ações em prol da luta pela saúde feminina, como o direito a um diagnóstico rápido e de qualidade.

Os exames laboratoriais são fundamentais para o rápido diagnóstico de diversas doenças femininas, como a Síndrome dos Ovários Policísticos (SOP), causa mais frequente de infertilidade em mulheres e que atinge cerca de 10% das mulheres em idade reprodutiva.

Os sintomas mais comuns da SOP incluem ciclos menstruais irregulares, menor frequência de ovulação e dificuldade para engravidar. A Síndrome também colabora para o aparecimento de outros problemas de saúde, como doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2 e obesidade.

Apesar de não ter cura, a SOP pode ter seus sintomas controlados. Para tanto, o diagnóstico é fundamental para excluir a possibilidade de outras doenças e detectar a Síndrome precocemente.

No conjunto de exames necessários para diagnosticar a SOP estão os testes de hormônios femininos como, por exemplo, FSH, LH, Progesterona, Estradiol, Prolactina. “São testes utilizados para avaliar a fertilidade e os distúrbios hormonais, como a própria síndrome do ovário policístico”, explica Daiana Godoi, gerente de produtos da Vyttra Diagnósticos.

A paciente com suspeita de SOP faz uma bateria de exames para excluir outras causas da suspensão da ovulação e de infertilidade, além de outros distúrbios hormonais. A ultrassonografia é usada para examinar os ovários e identificar cistos. Se for confirmado o diagnóstico de síndrome do ovário policístico, então são realizados outros exames, como perfil lipídico e glicemia, para avaliar possíveis complicações, como diabetes e doença cardiovascular.

Entre os exames laboratoriais que podem ser feitos para diagnosticar o SOP e doenças decorrentes da Síndrome estão inclusos testes como: FSH, LH, Testosterona, Androstenediona, 17-OHP, HGH, DHEA-S, entre outros.

26/05/2017

Diagnóstico precoce de hemofilia é fundamental para evitar complicações

 

 

 

Analisadores de coagulação aperfeiçoam carga de trabalho na execução de perfis de exames laboratoriais em menor tempo possível e garantem a máxima precisão nos resultados.

O Dia Mundial da Hemofilia (17 de abril) foi criado em 1989 para celebrar o nascimento do fundador da Federação Mundial de Hemofilia, Frank Schnabel. Nascido em 1926 e portador de hemofilia A grave, Schnabel dedicou sua vida para melhorar a qualidade de vida dos hemofílicos por meio do incentivo ao desenvolvimento científico.

As hemofilias são doenças hemorrágicas resultantes da deficiência de fatores da coagulação. O Brasil tem a terceira maior população mundial de pacientes, com 12 mil brasileiros portadores de hemofilia - cerca de dez mil do tipo A e dois mil do tipo B. De acordo com o Ministério da Saúde, aproximadamente 70 novos casos de hemofilia grave são registrados por ano no Brasil. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a hemofilia A é o tipo mais comum da doença, representando de 85% a 90% dos casos mundiais.

Diagnosticar precocemente a doença é fundamental para evitar suas complicações, pois sem a reposição do fator deficiente, as crianças estarão sujeitas a complicações que poderão evoluir para sequelas graves e até mesmo óbito.

“Um exame de tempo de tromboplastina parcial ativada (ou TTPA) prolongado com tempo de protrombina (ou TP) e tempo de coagulação normal deve ser investigado”, destaca Monalisa Ramos, gerente de produtos da Vyttra Diagnóstico. Ela explica que os analisadores de coagulação Q Next e Q Smart foram projetados para realizar automaticamente todas as etapas dos exames de hemostasia. “A solução otimiza a carga de trabalho envolvida na execução de perfis de exames laboratoriais em menor tempo possível e garante a máxima precisão nos resultados”, finaliza.

Os analisadores de coagulação Q Smart e Q Next, da Grifols, distribuídos com exclusividade no Brasil pela Vyttra Diagnósticos, são precisos tanto para exames de rotina de coagulação como para a determinação de atividades de fatores e provas especiais por meio de métodos coagulométrico, cromogênico e imunoturbidimétrico.

18/04/2017

Automação torna teste de tuberculose mais seguro

 

Novo equipamento torna teste mais eficiente e sem riscos para operador e meio ambiente


O Dia Mundial de Combate à Tuberculose foi criado em 1982 pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em homenagem aos 100 anos do descobrimento do bacilo da doença pelo médico Robert Koch em 24 de março de 1882. Embora a tuberculose pareça uma doença de antigamente, a realidade é bem diferente. Anualmente são notificados cerca de 6 milhões de novos casos em todo o mundo, levando mais de um milhão de pessoas a óbito.

O surgimento do vírus HIV e o aparecimento de focos de tuberculose resistente aos medicamentos agravam ainda mais esse cenário. No Brasil, a tuberculose é sério problema da saúde pública, com profundas raízes sociais. A cada ano, são notificados aproximadamente 65 mil casos novos e ocorrem 4,5 mil mortes em decorrência da doença. O País ocupa o 17º lugar entre os 22 países responsáveis por 80% do total de casos de tuberculose no mundo.

A tuberculose tem cura e o Sistema Único de Saúde (SUS) disponibiliza gratuitamente o tratamento. Contudo, é fundamental o diagnóstico precoce. A baciloscopia ou pesquisa de BAAR (bacilo álcool-ácido resistente) é uma metodologia utilizada para o diagnóstico laboratorial da tuberculose e acompanhamento da eficácia do tratamento, fundamentada na característica tintorial do bacilo de Koch (M. Tuberculosis) de reter o corante fucsina mesmo após descoloração com solução álcool-ácida. Os kits de coloração disponíveis no mercado brasileiro são para técnica manual e a grande maioria utiliza ainda a técnica de coloração a quente Ziehl-Neelsen.

“O grande problema é que o método Ziehl-Neelsen prevê que a coloração seja realizada de preferência dentro de uma capela de exaustão, pois há liberação de vapores tóxicos durante o aquecimento do corante fucsina. É recomendado que operadores utilizem máscaras, para evitar intoxicação”, explica Claudia Huerta, gerente de produto da linha de microbiologia da Vyttra Diagnósticos.

Para aumentar a eficiência e a produtividade do teste, bem como o tornar mais seguro para os profissionais que atuam nos laboratórios de diagnóstico in vitro e para o meio ambiente, a Vyttra Diagnósticos desenvolveu com exclusividade para coloração de lâminas de testes de tuberculose o equipamento SlideInk BK®, da marca Hemogram.

O corador SlideInk BK® é um sistema totalmente automatizado que utiliza a técnica de coloração a frio (Kinyoun), que exclui os riscos de toxicidade para o operador. Além de questões de biossegurança, o equipamento utiliza quantidade suficiente e padronizada de reagente para uma coloração satisfatória das lâminas, evitando o desperdício dos reagentes.

O equipamento é randômico com capacidade para 25 lâminas, podendo ser utilizadas amostras de escarro direto, escarro tratado, cultura líquida e demais fluidos corpóreos. O tempo de coloração para a primeira lâmina é de 20 minutos, com as demais lâminas em sequência, resultando em produtividade de 30 lâminas por hora. Além do equipamento, a marca Hemogram conta com um kit de corantes exclusivo.

“É um grande orgulho apresentar tecnologias que foram totalmente desenvolvidas no Brasil, pela equipe de pesquisadores da marca Hemogram. Isso vai ao encontro do propósito da Vyttra Diagnósticos de oferecer melhores resultados para os laboratórios e maior acesso do cidadão a um diagnóstico rápido e de qualidade”, finaliza Claudia Goulart, presidente da Vyttra Diagnósticos.

24/03/2017

Diagnóstico in vitro ajuda no rastreio e monitoramento do câncer

 

Confira testes que podem auxiliar no tratamento e no monitoramento

 

O Dia Mundial do Câncer, 4 de fevereiro, foi criado para ressaltar a importância da prevenção da doença, a necessidade de diagnósticos precoces e os investimentos para o desenvolvimento de métodos de triagem e tratamentos. Os exames de diagnóstico in vitro são grandes aliados de médicos e pacientes para diagnóstico precoce e tratamento do câncer, doença com estimativa de 595 mil novos casos no Brasil em 2016, segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca).

Entre o rol de exames que auxiliam médicos e pacientes, existem os usuais e as inovações. O teste de Elastase Pancreático, incorporado recentemente nos laboratórios, auxilia a detecção de neoplasias e pancreatites de forma menos invasiva. O teste é bastante acessível e indolor, pois é realizado utilizando amostra de fezes.

Testes fecais baseados em marcadores tumorais podem oferecer uma boa escolha não invasiva ao paciente. Nesta categoria, o exame de sangue oculto é o mais disseminado como auxiliar na triagem do câncer colorretal. Contudo, novos testes mais sensíveis destinados à identificação e ao monitoramento de recidivas ou metástases já estão disponíveis, como o exame M2-PK, que detecta um biomarcador da enzima M2-PK, associada a este câncer. “O diferencial deste teste comparado ao sangue oculto é a sua alta especificidade, detectando a neoplasia mesmo na ausência de sangramento”, explica Daiana Godoi, gerente de produtos da Vyttra Diagnósticos.

Dentre os exames usuais há o PSA, marcador para triagem e monitoramento do câncer de próstata. Para outras neoplasias de alta incidência como o câncer de ovário, mama e gástrico, os marcadores mais utilizados são o CA 125, CA 15-3 e o CA19-9, respectivamente.

“Acreditamos que todos têm direito a um diagnóstico rápido e de qualidade. A Vyttra Diagnósticos tem a missão de oferecer melhores resultados para os laboratórios e maior acesso do cidadão a um diagnóstico rápido e de qualidade. Quanto antes a doença for detectada, maior é a possibilidade de cura”, finaliza Claudia Goulart, presidente da Vyttra Diagnósticos.

03/02/2017

Vyttra Diagnósticos reforça nova marca no CBPC

Participando de seu primeiro evento com nova marca, Vyttra Diagnósticos destaca atuação nacional e portfólio amplo, resultado da união das empresas Imunotech, Hemogram e Alka.

Líder brasileira em reagentes e equipamentos para o mercado de diagnósticoin vitro, a Vyttra Diagnósticos aproveita a 50ª edição do Congresso Brasileiro de Patologia Clínica e Medicina Laboratorial (CBPC) para reforçar a nova marca, resultante da união das empresas Imunotech, Hemogram e Alka. O CBPC acontece entre 27 e 30 de setembro, no Centro de Convenções SulAmérica, no Rio de Janeiro.

A empresa mostrará no seu estande (nº 50) os principais equipamentos de cada linha, além de apresentar o catálogo completo. “A CPBC é o evento de patologia mais importante do ano. Para nós, é uma excelente oportunidade para fortalecer nossa mensagem, além de ser um ambiente propício para networking e negociações”, comenta Claudia Goulart, presidente da Vyttra Diagnósticos.

Com uma carteira de mais de 2.500 clientes em todo o país, a Vyttra Diagnósticos tem mais de três mil produtos de fabricação própria e dos melhores fornecedores, em especialidades como hematologia, coagulação, VHS, imuno-hematologia, bioquímica, imunologia, autoimunidade, microbiologia, biologia molecular e uroanálise. A empresa se diferencia também por oferecer a maior estrutura de assistência técnica e assessoria científica do mercado, além de uma robusta infraestrutura logística.

Com atuação nacional, a Vyttra Diagnósticos dispõe de quatro centros de distribuição, localizados em São Paulo, Goiânia, Minas Gerais e Curitiba. Em uma moderna fábrica instalada em Bragança Paulista (SP) a empresa desenvolve e produz equipamentos e reagentes de sua marca Hemogram para hematologia e microbiologia. Na mesma planta são também fabricados reagentes de hematologia para várias multinacionais que atuam no Brasil.

Serviço

50ª CBPC
Data: 27 a 30 de setembro
Local: Centro de Convenções SulAmérica
Estande Vyttra Diagnósticos: nº 50

Sobre a Vyttra Diagnósticos

Líder brasileira em reagentes e equipamentos para o mercado de diagnóstico in vitro, a Vyttra Diagnósticos faz parte da holding Adavium Medical e foi criada em 2016 a partir da união das empresas Imunotech, Hemogram e Alka Tecnologia. Com carteira de mais de 2.500 clientes em todo o país, a Vyttra Diagnósticos conta com portfólio completo com mais de três mil itens, entre produtos de fabricação própria e importados, em especialidades como bioquímica, hematologia, imunologia, autoimunidade e microbiologia. Com atuação nacional, a empresa dispõe de quatro centros de distribuição, localizados em São Paulo, Distrito Federal, Minas Gerais e região Sul, além de distribuidores em todo o país.

23/09/2016

Adavium Medical anuncia a nova marca de sua divisão de diagnósticos: Vyttra


A Adavium Medical anuncia a nova marca de sua divisão de diagnósticos: Vyttra Diagnósticos. Resultado da unificação das empresas Imunotech, Hemogram e Alka, que juntas possuem mais de 80 anos de mercado, a Vyttra Diagnósticos é a maior empresa brasileira em reagentes e equipamentos para o mercado de diagnóstico in vitro.

“Consolidamos na Vyttra Diagnósticos um portfólio amplo, constituído por múltiplas marcas, o que nos assegura a capacidade única de oferecer soluções que atendam às necessidades de cada um de nossos clientes, independentemente de seu perfil, porte ou localização. Nosso objetivo é proporcionar aos nossos clientes, além de excelência clínica, melhores resultados para seus negócios”, ressalta Claudia Goulart, presidente da Vyttra Diagnósticos e COO da Adavium Medical.

Claudia Goulart, presidente da Vyttra Diagnósticos e COO da Adavium Medical

Com uma carteira de mais de 2.500 clientes em todo o país, a Vyttra Diagnósticos conta com portfólio composto por mais de 3 mil produtos de fabricação própria e dos melhores fornecedores, em especialidades como hematologia, coagulação, VHS, imuno-hematologia, bioquímica, imunologia, autoimunidade, microbiologia, biologia molecular e uroanálise. A empresa se diferencia também por oferecer a maior estrutura de assistência técnica e assessoria científica do mercado, além de uma robusta infraestrutura logística.

Com atuação nacional, a empresa dispõe de quatro centros de distribuição, localizados em São Paulo, Distrito Federal, Minas Gerais e região Sul. Em uma moderna fábrica instalada em Bragança Paulista (SP) a empresa desenvolve e produz equipamentos e reagentes de sua marca Hemogram para hematologia e microbiologia. Na mesma planta são também fabricados reagentes de hematologia para várias multinacionais que atuam no Brasil.

“Acreditamos que todos têm direito a um diagnóstico rápido e de qualidade. Esta foi a visão por trás da união das três empresas: criar uma empresa brasileira que pudesse proporcionar mais acesso do cidadão à saúde por ser capaz de atender às demandas dos mais diversos tipos de clientes, com segurança e muita eficiência, consistentemente. Estamos construindo esta empresa com muito trabalho é claro, mas com uma enorme paixão por servir bem. Queremos que a Vyttra Diagnósticos seja uma empresa extraordinária para seus clientes”, finaliza Claudia Goulart.

Sobre a Adavium Medical
Maior empresa de equipamentos médicos e diagnósticos in vitro do Brasil, a Adavium Medical é uma holding formada pelas marcas Vyttra Diagnósticos e Vydence Medical. Fundada no Brasil em 2011 pelo médico Fred Aslan, a Adavium Medical tem faturamento de cerca de R$ 200 milhões e atende cerca de 3500 clientes diretos. Para criar a companhia, Fred Aslan captou recursos de fundos de capital de risco americanos. A primeira aquisição ocorreu em 2013, quando anunciou a compra da Imunotech Sistemas Diagnósticos. Em abril de 2016, foram adquiridas as empresas Alka e Hemogram. Já a Vydence Medical, divisão que fabrica e comercializa equipamentos médicos para estética e dermatologia, entre outras especialidades, se fortaleceu em 2015 com a compra de controle da Industra Technologies, empresa brasileira líder no segmento.

Sobre a Vyttra Diagnósticos
Líder brasileira em reagentes e equipamentos para o mercado de diagnóstico in vitro, a Vyttra Diagnósticos faz parte da holding Adavium Medical e foi criada em 2016 a partir da união das empresas Imunotech, Hemogram e Alka Tecnologia. Com carteira de mais de 2.500 clientes em todo o país, a Vyttra Diagnósticos conta com portfólio completo com mais de três mil itens, entre produtos de fabricação própria e importados, em especialidades como bioquímica, hematologia, imunologia, autoimunidade e microbiologia. Com atuação nacional, a empresa dispõe de quatro centros de distribuição, localizados em São Paulo, Distrito Federal, Minas Gerais e região Sul, além de distribuidores em todo o país.

 

Fonte: Saúde Business

23/09/2016

Entrevista: Claudia Goulart, presidente da Vyttra Diagnósticos e COO da Adavium Medical

Há poucos meses a Adavium Medical anunciou a nova marca de sua divisão de diagnósticos: a Vyttra Diagnósticos, resultado da unificação das empresas Imunotech, Hemogram e Alka. Com isso, a Vyttra Diagnósticos é agora a maior empresa brasileira em reagentes e equipamentos para o mercado de diagnóstico in vitro.

E para saber um pouco mais sobre o processo de unificação e os planos futuros da empresa, o portal LabNetwork entrevistou Claudia Goulart, presidente da Vyttra Diagnósticos e COO da Adavium Medical. Com grande experiência no mercado de medicina diagnóstica, a executiva é economista formada pela Universidade Federal de Minas Gerais e tem uma passagem importante na General Electric, onde ocupou a posição de presidente e CEO da operação Healthcare para a América Latina. Acompanhe:

LabNetwork – Como foi sua entrada para o setor da Saúde?
Claudia Goulart – Eu ingressei nesse segmento em 2003 quando comecei a trabalhar na área de radiologia da GE e onde fiquei até 2011, época em que ocupava a posição de presidente e CEO da operação Healthcare para a América Latina. Foi quando decidi sair da empresa e partir para um período sabático. Mas a Pixeon me trouxe de volta pouco tempo depois, para uma atividade mais “amena”. Pelo menos era o que eu imaginava (rindo): a de conselheira. Isso porque três anos depois eu já participava de oito conselhos. Aí a coisa já não era tão amena assim, afinal empreender no Brasil não é tarefa fácil. E uma das empresas em que eu estava no conselho era a antiga Advance Medical – hoje Adavium Medical. Isso remonta a 2013, quando foi feita a primeira aquisição do grupo, a Imunotech. Eu havia sido convidada para atuar como conselheira independente por Fred Aslan, fundador e CEO da Adavium Medical.

LabNetwork – Foi depois disso que você assumiu a posição de COO da Adavium Medical?
Claudia Goulart – Sim, o Fred continuou avaliando empresas para formar uma plataforma de consolidação e naturalmente a minha participação neste processo foi crescendo. Em 2014 ele começou a dividir comigo as companhias que estavam sendo analisadas para possíveis aquisições. O que culminou em três transações, uma da área de equipamentos médicos, a Industra, hoje Vydence [empresa que faz parte da holding Adavium Medical], adquirida em 2015, a Alka, incorporada em dezembro de 2015, e a Hemogram, em fevereiro deste ano [ambas que culminaram na criação da Vyttra Diagnósticos]. O processo de diligência foi longo, por causa das questões contábeis, mas foi bom porque todos pudemos nos conhecer melhor. Foi exatamente na véspera do fechamento da transação da Hemogram que eu passei a ocupar a posição de presidente da Vyttra Diagnósticos. A Vyttra Diagnósticos é, então, resultado da unificação da Imunotech, Hemogram e Alka. Uma divisão da Adavium Medical.

LabNetwork – Quais foram os desafios durante o processo de unificação?
Claudia Goulart – Nós trabalhamos muito no entendimento entre as lideranças das empresas e as pessoas que iriam conduzir esse processo para que ele fosse feito de forma eficiente, cuidadosa e pouco intrusiva. Nesse tipo de projeto você precisa atrair as pessoas para trabalharem juntas e não impor a elas uma situação. Apesar de ainda existirem vários CNPJs, as equipes já funcionam como uma só. E o nosso desafio foi exatamente este: como são vários CNPJs e nós somos uma única empresa, nós temos que acessar bases de informação que estão separadas. Nós já tínhamos antecipado essa situação, que estava no nosso planejamento. Mas até novembro devemos ter a integração dessas bases concluída. Fecharemos o ano com uma condição unificada do ponto de vista de informação. Nós trabalhamos com três prioridades: gente, sistemas e processos. Sabendo qual sistema vamos usar e com que equipe vamos trabalhar, podemos unificar processos. Neste momento estamos bem avançados na integração dos processos. A exemplo, já concluímos a integração da estrutura comercial e de assistência técnica, finanças, RH e marketing.

LabNetwork – Passada essa primeira fase, quando a Vyttra Diagnósticos deverá estar completamente consolidada?
Claudia Goulart – Nós já estamos adiantados no processo de consolidação considerando que anunciamos a união das empresas no dia 6 de abril. Nossos parceiros e fornecedores são em sua maioria empresas globais, com processos de diligência e compliance tão rigorosos quanto os nossos. Por isto queremos evoluir rapidamente e de forma sólida, preservando os pilares de compliance da Vyttra Diagnósticos. Nosso objetivo é estarmos com a casa arrumada em janeiro de 2017. Até lá, continuaremos com o trabalho interno de integração e redesenho de processos e trabalhando na concretização de novas parcerias, o que vai acontecer em paralelo. Janeiro de 2017 vai ser o mês que pretendemos ter esta nova plataforma de gestão consolidada. Há uma segunda etapa de planejamento para o ano que vem, que é a implantação de novos módulos de sistema, entre eles os módulos de automação da fábrica de Bragança. Porém, do ponto de vista de interação com o cliente, já estaremos estruturados, mais consolidados e com bastante novidade.

LabNetwork – Como está composto o portfólio da Vyttra Diagnósticos atualmente?
Claudia Goulart – Hoje nós temos uma carteira de mais de 2.500 clientes em todo o país e nosso portfólio é composto por mais de 3 mil produtos de fabricação própria e dos melhores fornecedores, em especialidades como hematologia, coagulação, VHS, imuno-hematologia, bioquímica, imunologia, autoimunidade, microbiologia, biologia molecular e uroanálise. Na fábrica que fica em Bragança Paulista, SP, está a produção de reagentes hematológicos. Nós estamos estudando agora a fabricação local de reagentes de outras linhas. Também está na nossa mira a medicina biomolecular com os testes de PCR, que hoje são precisos e fornecem o diagnóstico rapidamente. Outro aspecto que está em nosso radar é a questão da modularidade de plataforma. Nós entendemos que modularidade traz flexibilidade aos laboratórios, mesmo nos processos semiautomáticos. A modularidade diminui o custo da obsolescência e evita a ociosidade precoce dos equipamentos, agregando valor porque permite flexibilidade e aumento de capacidade na medida que o cliente cresce.

LabNetwork – Como você enxerga os novos modelos de negócio de medicina laboratorial hoje em dia?
Claudia Goulart – Um novo modelo de negócio na área de saúde que eu considero disruptivo é o Dr. Consulta. Ele vai exigir mudanças na forma de tratar o que fazemos em in vitro. Vai demandar de nós capacidade de nos adaptarmos ao novo modelo de atendimento de pacientes, com novos fluxos de atendimento. Esse sistema de consulta rápida vem conquistando seu espaço no mercado e possui demandas específicas. Também vejo o crescimento do uso de máquinas que processem um número pequeno de exames e com amostras muito pequenas, ou seja, os testes rápidos e em Point of Care. As amostras estão diminuindo e os aparelhos também.

LabNetwork – Os produtos de seu portfólio virão com a marca Vyttra Diagnósticos?
Claudia Goulart – Alguns produtos vão continuar com a marca Hemogram por enquanto, mas temos um plano no longo prazo de oferecer um maior portfólio de produtos com a marca Vyttra Diagnósticos. Esse portfólio ainda está sendo avaliado porque ele não pode ser conflitante com o portfólio dos nossos parceiros, ou seja, ele deve complementar as linhas distribuídas. Isso porque nós temos parcerias com grandes indústrias no Brasil com exclusividade e iremos sempre cumprir esses compromissos.

 

Confira trecho da entrevista em que a executiva explica como foi sua entrada na empresa.

 

Fonte: Labnetwork

22/09/2016